Entre os muitos mitos que contribuem para a naturalização do trabalho infantil no imaginário social está aquele que diz: "é melhor trabalhar que ficar na vadiagem, junto das más companhias". Mas a realidade dá provas de que a criança que trabalha está mais exposta à insegurança das ruas e, muitas vezes, às piores companhias, como mostra uma notícia de hoje do G1. "Um sargento da Marinha, de 32 anos, que trabalha na clínica de dentistas do 1º Distrito Naval, foi preso na madrugada desta terça-feira (15), na Praça Mauá, no Centro do Rio, suspeito de ter tentado abusar sexualmente de uma menina de 8 anos. Antes de ser preso, ele foi espancado por moradores de um prédio invadido na Zona Portuária, vizinhos da criança. De acordo com testemunhas, o sargento estava no carro com a vítima.
O pai da vítima contou aos policiais que a menina vendia balas nos sinais de trânsito para ajudar na renda da família.O sargento foi levado para a 6ª DP (Cidade Nova), onde se negou a dar qualquer declaração, dizendo que só falaria em juízo. De acordo com a polícia, o militar vai ser transferido para uma unidade prisional da Marinha. A pena, em caso de condenação, varia de 8 a 15 anos de prisão, segundo os policiais".
Do G1, no Rio com informações da TV Globo


GRITO DE INDIGNAÇÃO DAS VÍTIMAS DA
UM GRITO DE INDI
Os 25 anos da Pastoral do Menor foram comemorados com uma celebração ecumênica (à esquerda), realizada no último dia 27, na Casa da Menina e do Menino de Bayeux. Crianças e adolescentes, além de seus respectivos familiares homenagearam as conquistas e lutas da entidade. Outra ação importante do mês de agosto, foi a assembléia de Fundação do Centro Educativo Santa Clara (CESAC - núcleo da Pastoral do Menor em Mangabeira), que aconteceu no dia 1º.




